Prefeitura de Carapicuíba amplia projeto “Escola Aberta”

A Prefeitura de Carapicuíba ampliou o projeto Escola Aberta, que passou a envolver seis Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs), segundo a Secretaria da Educação. A iniciativa aproxima a comunidade dos espaços escolares nos fins de semana.

Criado em 2010 pela Secretaria da Educação, o programa abriu escolas municipais para atividades educativas, artísticas, físicas, esportivas e de lazer. A prefeitura informou que a proposta era ocupar as unidades também aos fins de semana.

O projeto começou em quatro escolas e recebeu mais duas unidades a partir de 2011. Segundo a prefeitura, participavam crianças, jovens e adultos, estudantes ou não, entre público fixo e rotativo.

projeto Escola Aberta

Em notícia publicada em 18 de maio de 2012, a administração municipal apresentou a expansão e a variedade de atividades organizadas em cada unidade. A programação era conduzida por um professor responsável, conforme o público presente.

Expansão do projeto e escolas participantes

Na primeira etapa, o projeto Escola Aberta funcionava nas EMEFs Argeu Silveira Bueno, na Cohab 5; Edegar Simões, no Ariston; Miguel Costa Junior, no Jardim Angélica; e Noemy Silveira Rudolfer, no Jardim Santa Brígida. As unidades atendiam moradores das comunidades próximas.



Em 2011, a prefeitura incorporou ao programa a EMEF Nai Molina do Amaral, no Jardim Planalto, e a EMEF Dep. João Hornos, na Vila Cristina. Com a adesão das duas escolas, a iniciativa passou a alcançar mais bairros de Carapicuíba.

Segundo a Secretaria da Educação, cerca de mil participantes, entre público fixo e rotativo, integravam as atividades nas unidades. A estimativa reunia crianças, jovens e adultos, fossem estudantes ou não.

Atividades oferecidas e organização nas unidades

As atividades ocorriam aos sábados e domingos, das 9 às 16 horas. Em cada escola, um professor definia e organizava a programação conforme o público presente, com apoio de monitores especializados, alguns moradores do próprio bairro.

Entre as opções educativas estavam contação de histórias, aulas de inglês e informática. Na área esportiva, a programação podia incluir treinos e jogos de vôlei, futsal, handebol e basquete, além de jogos de tabuleiro.

As atividades de lazer abrangiam brincadeiras populares, como queimada e amarelinha. Para educação física, havia caminhada, preparação para corrida e ginástica localizada.

A programação artística e manual podia reunir dança de salão em diversos ritmos, teatro e oficinas com materiais recicláveis, como garrafas PET e revistas, além de confecção de bijuterias e patchwork com retalhos. De acordo com a prefeitura, o conjunto podia ultrapassar 15 modalidades, conforme o público e os profissionais disponíveis em cada escola, e ser ampliado de acordo com a demanda do bairro.



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